“THIS IS THE END, MY ONLY FRIEND, THE END.”, ADEUS

 

Hello World! jovens padawans, mestres jedis e parceiros siths, mesmo não postando nessa espelunca a mais de um ano eu nunca declarei oficialmente o fim, então.. esse é o fim, estou finalmente fechando o blog, vejo que algumas pessoas ainda tem enviado mensagens e comentado, fico feliz mesmo infelizmente não tendo tempo de responder e tão pouco de postar algo novo, a vida é pagar boletos e quem vive de escrever códigos estranhos na base de café não tem lá muito tempo (de vida) kkk, bom, se você está lendo isso (carai o que tu ta fazendo aqui?) saiba que não voltarei a postar aqui (tenho planos para, talvez, um portal futuramente), nem responderei comentários (mas pode mandar e-mail, se der eu retorno). Desejo muitos uid=0(root) pra vocês, abraços do tio Kouba.

 

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A.I – Filmes, Chappie vs Ex Machina.

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O que é pensar?

1° Os humanos

Somos humanos? certo? somos auto suficientes de inteligência, pensamos, e agimos em razão desse pensamento (ou a falta dele) mas o que é pensar? essa pergunta parece fácil de responder mas não é (você acabou de tentar e falhou), é tão difícil que alguns acreditam que não há resposta. Do ponto de vista filosófico pensar e analisar o mundo, conhecer as coisas e as verdades, mas então poderia uma maquina pensar? filosoficamente falando?
A capacidade de pensar é o que faz do ser humano, humano, nos fazendo agir como agimos, e como o bom físico decretou na sua lei de auto ajuda n° 3 “toda ação tem uma reação oposta de mesma intensidade”, o mundo social não é exato, mas nossas ações tem sim uma consequência, assim como os corpos materiais, e “desde que o mundo é mundo” nós mentimos, nós matamos, nós amamos, nós odiamos, damos a vida, torturamos uma vida, oprimimos e nos sentimos oprimidos, fazemos guerras, criamos povos, demarcamos territórios, culturas e rivalidades, é assim, tem sido assim e vai ser assim até não sei quando.

2° As maquinas

As máquinas nada mais são atualmente do que máquinas, são programadas, fazem o que nós mandamos, e como diz o bom professor de TI que tenta ser engraçado “o computador é burro, só entende 0 e 1” (hahaha), a inteligência artificial tenta quebrar a barreira do computador burro, o elevando ao patamar de pensador, ou seja ” analisar o mundo, conhecer as coisas e as verdades” e a própria maquina com base nisso revelará suas atitudes. Toda criação leva pra si traços do seu criador, então se fizermos máquinas inteligentes, no começo (a primeira build) ela vai ter traços do comportamento humano e os dados que daremos pra ela consumir, serão dados humanos.
Alan Turing que já é popular (ele fez um filme né? kkk) e dispensa apresentações, propôs um teste básico para determinar se uma máquina pode ou não pensar, é chamado de “teste de Turing” ou “jogo da imitação” e consiste em uma entrevista ou conversa indireta entre três ou mais pessoas, um entrevistador humano, outro humano e um computador, se nessa conversa o entrevistador não conseguir distinguir quem é o humano e quem é o computador, ou acreditar que os dois são humanos, então a máquina é pensante.

3° Os filmes (spoiler pra quem não viu ainda)

Chappie – nesse filme, num futuro nada tão futurístico (visualmente), a África do Sul é um polo tecnológico e a força policial é totalmente robótica, na empresa que cria e gerencia os robôs policiais o criador do modelo atual trabalha por conta própria em uma inteligência artificial, e ele consegue, logo no começo ele compila umas porcarias de códigos malucos e uma A.I sai quentinha do forno, ele tenta apresentar o projeto mas sua chefe rejeita, então ele tem aquela atitude de programador apressado que não pode esperar o ambiente de produção ficar pronto e decide por o pau pra quebrar no ambiente de teste, ele pega um robô com defeito que ia ser destruído e tenta levar pra casa para fazer a instalação mas três bandidos roubam o robô com a intenção de usa-lo para cometer crimes, e mesmo assim o tapado do cara resolve instalar a AI,  já viu a merda né? o robô chamado de Chappie tem que ser ensinado, porém vai ser ensinado por bandidos, bla bla bla bla … o robô comete uns crimes, faz um assalto e faz a população refletir sobre a tecnologia e etc… Mas não é disso que eu quero falar, nesse filme existe um “capacete mágico” que converte dados cerebrais em “dados computacionais”, super maneiro né? então juntando a AI criada e esse capacete, o filme demonstra uma forma da humanidade transcender para um ser tecnológico transferindo sua mente (alma) para o robô com AI, isso é demonstrado quando dois personagens incluindo o programador morrem e Chappie usa seus conhecimentos adquiridos para transcender a mente de ambos para robôs, assim os mantendo “vivos”.
Caraca, já pensou? “Eu robô”? muito maluco tudo isso, não vejo pontos positivos nisso, o filme claro é totalmente fora de si e futurístico, mas é um filme bacana.

Ex Machina – Ah sim, esse filme… esse sim é uma obra prima, esse filme é tão realista que Nietzsche aplaudiria de pé, principalmente da questão de como o “ser pensante” trata do poder, do individualismo e da lógica, no filme um programador fodão ganha um concurso da empresa que trabalha, uma empresa similar ao google, um motor de busca chamado Blue Book, qualquer semelhança enter essa e o google  não é mera coincidência, o filme é realista demais e não tem dessa de mundinho perfeito, robôs com sentimentos bonzinhos e etc… O programador em questão que se chama Caleb vai então à casa de Nathan o chefão fundador da companhia, mas ele descobre que não está lá pra diversão com o chefe e sim para fazer um “teste de Turing avançado” em uma A.I chamada Ava, o teste que é bem forte consiste em horas de conversas sobre diversos temas entre Caleb e Ava, esse teste é diferente pois o entrevistador, tem total conhecimento de que conversa com uma máquina,  tudo é cara a cara, a única coisa que os separam é um vidro e tudo é assistido por Nathan, claro. A casa super moderna tem um sistema de segurança de ultima geração, que em queda de energia tranca tudo até que a energia volte, Ava é diferente das A.I que costumamos ver em filmes, ouvir em debates ou ler em artigos, ela está ligada a uma coisa poderosa (acho que você já entendeu) que dá a ela toda informação possível, é surreal, ela está ligada ao Blue Book (Google…) isso faz com que ela processe todo o Big Data da companhia, ela aprende com uma velocidade absurda e se torna um robô como jamais visto que não é só similar aos humanos, como é em curto tempo superior à mente humana,
Ava forma uma amizade com Caleb, o que mostra seu poder e dominação, ela o seduz, ela é tão poderosa que o seduz como mulher e então o ambiente começa a se tornar paranoico ficando pior quando Caleb descobre quem realmente é Nathan e com qual “moralidade” ele trata as máquinas, Nathan tem um sadismo sexual com suas criações, é tirano e “torturador”, é como opressor e oprimido (é, sou liberal) isso é muito bacana pois demonstra a realidade humana e como ela é transmitida para as máquinas, é ai que entra a questão em que citei os pensamentos de Nietzsche no começo, Nathan é o sádico opressor, Ava é a oprimida e a essa altura com tanta informação, ela compreende o mundo e as verdades e então cria um espírito de revolta, Nathan sabe disso, ele a provoca, ele sabe que ela está ali, vivendo, que ela distingui o bom do ruim, ele não só sabe como ele chamou Caleb pra isso, Caleb não venceu concurso algum, foi escolhido, na verdade ele é um nerd sem pais e qualquer família, sem namorada, um fracassado social, é a isca perfeita pra cair nos truques da Ava, Nathan o escolhe como alguém que Ava tem que dominar e seduzir para escapar da “prisão” que se encontra, e como eu disse, ela consegue, ela seduz Caleb que promete ajuda-la, e então Ava passa no “teste de Turing avançado”, que não era mais “convencer alguém de que é um humano” mas sim de que “se sente humano, e que está vivo!” transmitindo empatia e compaixão. Caleb fica tão paranoico que chega a acreditar que também pode ser um robô (Sim eu cogitei essa ideia no começo), uma divida cruel que o leva a fazer um corte profundo no próprio braço para ter certeza de que é humano, no final Ava consegue a ajuda de Caleb que “hackeia” o sistema de segurança e faz com que em uma das quedas de energia ao invés de a casa se trancar toda, ela se abra, Ava então escapa e mostra sua face, ela age como um humana sádica e revoltada, é fria e calculista, totalmente individualista, só pensa em si mesma, em poder, em ser livre, e claro, em vingança, tanto que induz outra robô a dar uma facada em Nathan, serviço que Ava completa, matando-o, já com Caleb Ava é ainda mais cruel, mesmo ele tendo a ajudado, ela não tem a mínima consideração por ele, ela se tornou má e objetiva, e com certeza com seu conhecimento geral sobre a humanidade não só adquiriu traços de nossa personalidade como também adquiriu um visão própria dos “seres humanos” e de como nós somos uns merdas, por isso ela não tem remorso algum em trancar Caleb para morrer em uma sala pequena sem agua e sem comida, e muito menos em desligar a energia da casa para que ele não use o computador para novamente “hackear” a segurança e se libertar, chega a ser sensacional e é isso que nos faz refletir sobre a A.I, sobre o quão humanas elas serão (sim, um dia elas existirão), sobre qual parte de nós elas absorverão, e o quão dispostas estarão a nos servir como máquinas? afinal, devemos escravizar uma máquina inteligente?

Por que grandes e médios servidores continuam tão vulneráveis?

E ai galera, queria compartilhar uma coisa com vocês, você invadiu algum sistema (de forma ilegal mesmo)? Quebrou a segurança de alguma empresa? se você respondeu sim, você já se perguntou, por quê?  será possível que ninguém viu essa falha? NÃO! eles não viram, e não é pelo simples óbvio de que se a falha está lá é porque não viram, mas sim pelo modo como a segurança é tratada hoje, são treinados (os Admins) para realizar uma segurança falha-segurancapartindo do próprio servidor, eu chamo de “de dentro pra fora”, porque não realizar ataques programados ao sistema para testar sua segurança? simples, porque a maior parte dos analistas de segurança da informação, não tem o HACKING na veia, eles só tem o que lhes foram ensinados nas universidades, acorda meu “chapa”, configurar regras de firewall ou as permissões de pastas no seu “bostWindows server” não vai te salvar de nenhuma dor de cabeça não… permitem que sistemas mau desenvolvidos, repletos de vulnerabilidades (principalmente WEB), sejam executados, sem a mínima pericia, resultado, deface, vazamento de dados, DB deletado, muito infect nos clientes e reputação no lixo, como pode um banco por exemplo liberar conexão WebDAV pra rede externa, ou uma multinacional ter um LFD grotesco? vocês não visitam seus sistemas? suas páginas? portais? pior, como pode um alguém qualquer como eu ficar já quase 2 anos sendo dono de um acesso root num servidor Linux com o administrador todo dia batendo ponto no sistema? se matem, é o que vocês deveriam fazer, levam anos para se formarem, pra no fim, sentar numa cadeira e não resolver nada, Petrobras, Santander, Caixa Econômica, LocaWeb… poxa.. não nos envergonhe!

Assisti ao filme BlackHat (hacker), ficou devendo!

Fala rapaziada do underground, desde o ano passado tem um galera que assim como eu estava ansiosa para assistir ao filme blackhat (hacker aqui no Brasil) , bom acabei de assistir aqui, na verdade o cast ainda está rolando…  O filme já começa com um errinho com essa historia de hacker/blackhat, isso por nossa parte, claro, afinal todo mundo tem uma ideia do que pode ser um “hacker” mas “blackhat” seria complexo para o brasileiro, então traduziram assim de forma muito feia, mas vamos ao filme de fato.. DEVEU MUITO!, por quê? simples, pouco hacking para um filme sobre  assunto… o filme foi bom no quesito ação, mas acabou se esquecendo do hacking, o que vemos é um começo triunfal, com uma espécie de representação de trafego de dados e processamento, e na sequencia temos os acontecimentos iniciais, os ataques promovido pelo tal “hacker” do mal, ataques à um usina nuclear, depois bolsa de valores etc.. mas no restante o máximo que vemos é umas cenas pingadas em que se abrem terminais num monitor e exibem comandos Unix, bem longe do que vemos no trailer da Universal , no o resto é tiro e porrada e gente correndo, pra quem gosta de Rambo é um prato cheio… também faltou explicações sobre a historia, o tal “hacker” no fim só queria dinheiro, será? é o que o filme quis mostrar, e por isso a historia foi simplista, durante o filme a hipótese de ativismo, política ou vingança esteve tão presente, para no fim, ser um motivo tão vago, apesar de realista, mas vago. pensando bem, talvez não tenha faltado hacking, mas o filme ainda é muito bom, vale a pena assistir…

Voltei a usar Windows (que tristeza), e já quero quebrar o PC.

Fala pessoal, decidi criar este post depois da enxurrada de problemas que acabei de ter aqui, mas como já cantava Evaldo Braga: “Sorria meu bem, sorria, da infelicidade, que você procurou”, pois é, eu estava insatisfeito com meu kernel de 2012 e do meu disco absurdamente lotado de arquivos inúteis que estavam fazendo aniversário… então.. decidi, vou formatar essa maquina, até então a ideia era instalar o Kali Linux e ser feliz de boa, mas ai eu inventei de fazer a $%#$% do dual boot, instalei o Windows 7, até então nenhum problema, mas quando fui instalar o Kali, o “fi da égua” resolveu dar pau e não instalava nem com pai de santo e oferenda das brabas… ai pensei, claro, tenho uma outra imagem na minha repartição de Backup, só esqueci que a partição era ext4 e que o nosso inútil sistema do tio Bill não lê, ai começa a treta, fui a procura de alguma solução e achei no “Viva O Linux” um software que prometia ler ext4, quando executei o maldito instalador, aparentemente tudo também estava ok, mas não demorou a vir os problemas, o sistema simplesmente começou a fazer downloads e instalar software sozinho, é um tal de “GUPlayer” pra cá.. “GameDesktop” pra lá, “BaiduSearch” sem falar na quantidade de processos de nome “sadsahgdas.tmp” sendo executados, eu pensei, PUTA QUE O PARIU, ai eu me lembrei do porque fazia 5 anos que eu não usava essa praga, só quis instalar por causa dos meus estudos, que muitas vezes exigem o sistema do usuário comum (rsrsrs), são 23:56,  (eu acabei de olhar para o topo da tela procurando as horas kkk) e eu estou aqui removendo essas merdas, instalando anti-vírus e sem o Kali instalado, na boa, não consigo entender como as pessoas conseguem usar esse sistema por muito tempo…

Wordpress User Enumeration [ATUALIZAÇÃO].

User Enumeration é a simples técnica de listar de alguma forma os nomes de usuários válidos para login de um sistema, no WordPress, podemos quando um nome de usuário é publico, podemos visualizar esse username através do seu id no sistema, isso acontece porque o WordPress permite filtrar as postagens de acordo com o autor, e a chave primaria do autor no banco de dados é o id, o nosso metodo usa o parâmetro get ?author=id, no arquivo index.php, então fica assim: index.php?author=id , o nome de usuario é retornado na tag title.
Ex: <title> Arquivo:  administrador – Descrição</title>

PS: Reescrevi o código, está melhor entendível e disponível no GitHub (link abaixo):

https://github.com/KoubackTr/WpUEnum/blob/master/wpuenum.pl

Quando o mundo nerd vai para o cinema!

“KKKKKKKKKKKK” bem vindo meus ilustres visitantes, tô postando aqui só pra descontrair um pouco, recentemente tivemos a premiação Oscar 2015, e esse ano dois filmes chamaram bastante a atenção das pessoas, ambos cinebiografias sobre pessoas do mundo nerd, A Teoria De Tudo, sobre o astro físico mais venerado da galera Stephen Hawking, e O Jogo Da Imitação, sobre um dos principais nomes da computação moderna, que infelizmente muitos do mundo da nerdisse desconhece, o foda pra caramba Alan Turing, e como eu disse só vim aqui para descontrair, durante a premiação, claro, milhares de pessoas comentavam, separei alguns comentários do Twitter, para rirmos um pouco…

kk3 Luta sociais kkkkkkkk, até parece que o filme é sobre o alan ser gay uahuaha     kkk5 o.O, que fera? você já viu a rede social? kk4 KKKKKKK, dispensando comentários .. kkkkSocorro jesus, jesus, jesus uahuha, jesus ajude um filme sobre um astro físico ateu que estuda teorias contrarias a sua fé a ganhar os Oscar jesus uahuaha, morri lamento não ter mais, kkkk, estava com sono e não ia ficar printando todos, kkk é isso que acontece quando o cinema tenta adaptar as nerdisses pro mundo